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Mentiras financeiras: em quais delas você já caiu? Consultora dá dicas de como superá-las

Jogar limpo na relação com o dinheiro ajuda a construir uma ligação mais saudável com as finanças e evita que o planejamento seja impactado

São Paulo, 31 de março de 2025 - Contar aquela mentirinha para si mesmo só para aliviar a consciência na hora de realizar um desejo é algo que quase todo mundo já fez. Mas, quando o dinheiro entra na jogada, a verdade sempre aparece - e pode pesar no bolso. Mila Gaudencio, educadora financeira e consultora do will bank, alerta que algumas “desculpas” como “mês que vem eu compenso” ou “é só um parcelamento pequeno” podem acabar se repetindo e, com isso, desencadear um comportamento distorcido da própria realidade financeira.

“Mas, por que contamos mentirinhas para nós mesmos? É uma forma da gente justificar um gasto que traz satisfação temporária. E um dos gatilhos para isso pode ser a comparação com os outros”, comenta a consultora, que aponta que 71% das pessoas acreditam que os outros ganham facilmente o que elas precisam conquistar com muito esforço – dado do estudo de Dismorfia Financeira, do will bank.

O “Eu mereço” se destaca como uma das principais mentiras financeiras. Mesmo que o sentimento de merecimento seja real, esse reforço na autoestima acaba trazendo mais ansiedade do que prazer duradouro. “Uma boa estratégia é usar a técnica do dia seguinte: se pergunte se a vontade ainda vai estar lá amanhã caso você não compre no momento. Se a resposta for ‘não’, é um sinal para repensar a compra”, recomenda Mila.

Outra mentirinha comum surge depois de viagens ou fim de ano: “Se eu olhar minhas contas vai ser pior” ou “Melhor nem abrir o aplicativo do banco”. A verdade é que ignorar os números pode até dar um alívio temporário, mas o problema não vai sumir. É preciso encarar os gastos e ajustar os próximos passos financeiros. “Esse sentimento vem, principalmente, da relação complicada que os brasileiros têm com o dinheiro”, aponta Mila. “Diante da situação, os bancos devem assumir um papel mais acolhedor, oferecendo atendimento e soluções personalizadas para cada cliente, de acordo com seu momento financeiro. Gosto sempre de lembrar que o banco não é nosso inimigo. Pelo contrário, estamos cercados de opções e cabe a nós escolhermos a instituição que fala a nossa língua e que está preocupada com a nossa gestão financeira, de forma transparente e prática”, enfatiza.

E tem também a clássica mentira “Mês que vem eu compenso”. Esse pensamento pode criar um ciclo perigoso de adiamento das decisões financeiras importantes. A consultora destaca que, em vez de esperar sobrar dinheiro no próximo mês, o ideal é definir um valor fixo para guardar ou investir. “Fazer um checklist mensal é um caminho para realmente conseguir aplicar essa recomendação”, sugere.

Por fim, ainda há aquela mentirinha amiga dos cartões de crédito: “É só um parcelamento pequeno”. O problema é que várias parcelas pequenas, somadas, podem virar uma baita dívida e bagunçar a vida financeira. Mila reforça que parcelar não é um problema, desde que aquele valor seja considerado no planejamento financeiro dos próximos meses. “Parcelar no cartão possibilita adquirir produtos ou serviços que muitas vezes não conseguiríamos comprar à vista. Mas, para garantir que as parcelas não vão virar uma bola de neve, uma boa tática é o ‘1 para 1’: antes de fazer uma nova compra parcelada, quite uma parcela antiga. Assim, você limita o acúmulo de dívidas”, sugere a educadora.

“É bom lembrar que se deparar com mentirinhas financeiras é normal. O mais importante é reagir com consciência ao notá-las no dia a dia. Além do autoconhecimento financeiro, ter um espaço de conversa aberto – inclusive explorando a relação emocional com o dinheiro — ajuda a fortalecer a consciência e a fugir das mentiras para si”, finaliza.

Oi, eu sou um banco digital, mas pode me chamar de will

Com mais de 9 milhões de clientes no país, o will bank chegou em 2017 com um objetivo: tornar a relação dos brasileiros com o dinheiro mais excitante. Seus clientes não pagam anuidade pelos serviços, como conta digital com cartão de crédito e débito, cartão virtual, investimentos e PIX.